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sábado, 27 de janeiro de 2018

Penne com molho de espinafre e nata

É muito bom ter sempre à mão um pacotinho de massa...qualquer massa, né não?
Massa com preparo caseiro é um luxo para de vez em quando: tem que ter tempo, disposição, vontade e boa companhia. 
Existem no mercado massas de boa qualidade, é só procurar e se informar. Foi-se o tempo que comprar massa pronta trazia o risco dela se desmanchar na água. Além de tudo um macarrão sempre salva a gente na hora do aperto seja este causado pela preguiça ou por uma visita inesperada, afinal cabe qualquer coisa para se fazer um molho...é só olhar a despensa e a geladeira. Dessa vez tinha espinafre, nata fresca e parmesão em peça. Oba!!

Ingredientes

250 g de macarrão (usei penne grano duro)
1 colher (sopa) de manteiga
1/2 colher (sopa) de azeite extravirgem
2 xícaras (chá) de nata
1/2 xícara (chá) de cebola micropicadinha
1 1/2 xícara (chá) de espinafre limpo e picadinho
sal a gosto
noz moscada (ralada na hora) a gosto
queijo parmesão (ou tipo) ralado grosso

Como fiz

Derreti,em fogo baixo, a manteiga junto com o azeite e acrescentei a cebola. Deixei refogar até ficar transparente. Coloquei o espinafre e deixei cozinhar até que o líquido liberado pelo vegetal quase secasse. 
Adicionei a nata (se esta for muito espessa coloque um pouquinho de leite) e o sal. Deixei cozinhar,  sempre em fogo baixo, até que a nata adquirisse a coloração creme. Corrigi o sal e já fora do fogo coloquei um pouco de noz moscada (cuidado nessa hora...a noz moscada entra para acrescentar sabor e não para apagar os outros sabores).
Coloquei o molho ainda bem quente sobre o macarrão já cozido e al dente. Polvilhei com o queijo parmesão. Fica muito melhor acompanhado com uma taça de um bom vinho tinto (sec ou demi sec).

domingo, 21 de janeiro de 2018

Almondegas de espinafre



    Já fiz nhoque de espinafre e almôndegas com espinafre. Mas essa receitinha é bem diferente. Trata-se de almôndegas de espinafre e são assadas! Você pode fazer como eu fiz, sem molho, acompanhando um arroz e feijão básico. Pode também fazer com molho de tomates para acompanhar um macarrão, um purê ou sem acompanhar nada mesmo..rsrsrs. Fica crocante e saborosa. Gostei bastante, mas fiz algumas alterações na receita original. 

    Ingredientes
    1/4 xícara (chá) de manteiga (usei sem sal, receita pedia 1/2 xícara)
    1/2 xícara (chá) de cebola picadinha
    1 dente de alho (grande) amassadinho
    1/4 xícara (chá) de farinha de rosca (fresca e de boa qualidade, melhor se for caseira)
    2 xícaras (chá ) de espinafre já cozido e picado (receita pedia 500 g)
    3 ovos inteiros, gemas peneiradas (receita pedia 6)
    sal e pimenta do reino a gosto
    1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado grosso (receita pedia 1)
    azeite para untar a forma 

    Como fiz
    Primeiro pré-aqueci o forno à 200ºC 
    Piquei as folhas do espinafre bem pequenas e coloquei em uma panela, em fogo baixo. Esperei que murchassem e retirei do fogo. Coloquei em uma peneira para escorrer (pressionando) toda a água que se formou.
    Em uma frigideira, em fogo médio, derreti a manteiga, adicionei a cebola e deixei cozinhar até ficar transparente. Juntei o alho e refoguei um pouco mais. Retirei do fogo e reservei (para esfriar).
    Em uma tigela misturei o espinafre (já frio) com os ovos, a farinha de rosca e o queijo ralado. Temperei com sal e pimenta, misturei. 
    Depois adicionei o refogado de alho e cebola e voltei a misturar, dessa vez com as mãos, amassando bem até dar o ponto de enrolar. Dei o formato de almôndegas e coloquei em forma levemente untada com azeite, levei ao forno e virei as bolinhas depois de alguns minutos, para que os lados ficassem dourados por igual. Esse processo levou uns 15 minutos, retirei do forno e servi ainda quentinhas.

domingo, 27 de agosto de 2017

Torta saladete


Já declarei algumas vezes que não sou fã de torta de liquidificador. Apesar disso de vez em quando faço para testar uma ou outra receitinha e posto aqui, porque ninguém é de ferro e nem sempre temos tempo de fazer uma massa mais elaborada. Sim, pois um recheio bem feito de frango, palmito, camarões ou outro qualquer exigem o mesmo cuidado independente de que tipo de massa a gente escolheu para fazer. Pois bem, até o momento essa é minha torta de "liquidificador" predileta. A mistura de legumes e o requeijão conferem cremosidade à massa além disso não fica tão "alta" ou seja não fica enjoativa e os legumes garantem a delicadeza do sabor. Olhando as fotos pode-se ter a impressão de que a massa não cresceu - "embatumou" - mas não foi isso, é sua consistência cremosa que dá esse aspecto. Enfim, já fiz por duas vezes aqui no cafofo e rendeu um lanche leve, rápido e saboroso.
A receita tirei daqui com algumas adaptações:http://quitandinhas.blogspot.com.br.
Vamos à receita?

Ingredientes

Massa
12 colheres (sopa) de farinha de trigo peneirada
2 colheres (sopa) margarina (usei manteiga sem sal)
2 colheres (chá) de fermento em pó
3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado (grosso)
3 colheres (sopa) de requeijão de copo (bem cheias)
1 copo de leite (usei 1 xícara de chá)
2 ovos grandes inteiros (peneirei as gemas) 
1/2 xícara (chá) de óleo
sal a gosto (cuidado pois o recheio estará levemente salgado)

Recheio
2 tomates sem sementes picados em cubos (tamanho médio)
1 cebola média cortada em cubos
2 abobrinhas verdes médias (usei a menina e só a casca) cortadas em cubos
1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes cortadas ao meio
salsinha e cebolinha picadinhas a gosto
orégano a gosto
sal a gosto 

Como fiz

Recheio
Dessa vez o recheio foi feito primeiro: coloquei o tomate, a cebola e a abobrinha já cortados em cubos (aproximadamente 2 cm) em uma tigela e polvilhei um pouco de sal, misturei bem e passei para uma peneira. Esperei aproximadamente 20 minutos para que todo o líquido que se soltou dos legumes escorresse. Depois disso acrescentei as azeitonas, o cheiro verde e o orégano. Misturei bem e reservei.

Massa
Primeiro coloquei os ingredientes líquidos,o requeijão e o queijo ralado no liquidificador e dei uma leve batida. Depois juntei os secos, exceto o fermento em pó, e bati muito bem. Desliguei o liquidificador e misturei a massa ao recheio reservado. Só então coloquei o fermento em pó que incorporei delicadamente com a ajuda de uma espátula de silicone.
Despejei em uma forma (diâmetro de 24 cm)untada com margarina e polvilhada com farinha de trigo e levei ao forno pré-aquecido a 180ºC por aproximadamente 20 minutos, até ficar dourada por cima.



domingo, 26 de março de 2017

Torta de cebola e creme de leite

Que delícia! Que delícia de torta...entrou no meu caderninho das preferidas. Eis uma coisa que gosto de fazer: tortas. Doces ou salgadas, experimentando sempre as mais diversas receitas de massa: podre, semi podre ou totalmente indefinida. 
Que ideia maravilhosa é essa de fazer um recipiente gostoso para um recheio mais gostoso!Tortas, empadas, pastéis- fritos ou de forno! Iguarias guardando outras iguarias.
Hummm!! Minha filha e meu genro virão me visitar na Páscoa e com certeza essa torta estará esperando por eles (entre outras delicinhas..rsrsrs).
A receita do recheio tirei daquiwww.receitasdemae.com.br

Ingredientes
Massa
2 xícaras (chá) de farinha de trigo peneirada (aproximadamente)
1 colher (chá) de sal
2 gemas (peneiradas)
100 g de manteiga sem sal
    80 g de margarina culinária
3 colheres (sopa) de leite integral gelado
1 colher (sopa) de fermento em pó

Recheio
4 cebolas grandes
2 batatas (inglesa) médias
200 g de creme de leite fresco
70 g de manteiga
100 g de queijo muçarela ralado grosso
1 colher (sopa) de farinha de trigo
2 ovos batidos (gemas peneiradas)
pimenta do reino a gosto
noz moscada (ralada na hora) a gosto
sal a gosto
1/2 xícara (chá) dqueijo parmesão ralado grosso e de boa qualidade

Como fiz
Massa
Primeiro peneirei em uma tigela (espaçosa ou outro recipiente que possibilite manusear a massa) uma xícara e meia da farinha de trigo (reservei o restante) junto com o fermento. Misturei bem com a ajuda de uma espátula. 
Abri um buraco no meio e acrescentei as gemas, a manteiga, a margarina,o sal e o leite. Misturei delicadamente (sem sovar) com a ponta dos dedos, incorporando bem os ingredientes. Acrescentei o restante da farinha, aos poucos, até que se formou um massa compacta. Pode ser que precise de mais farinha, pois a quantidade varia um pouco com o tamanho das gemas e as características da própria farinha. O importante é lembrar que não é massa de pão ou algo parecido, não pode ser sovada. Assim que a massa fique unida, formando uma espécie de bola, deve-se parar de manuseá-la. 
Depois que deu o ponto desejado, envolvi a massa em filme plástico, levei à geladeira e deixei descansar por 40 minutos (pode ser 30, não menos).
Depois desse tempo, coloquei a massa no fundo e nas laterais de uma forma (untada e enfarinhada) própria para torta e desmontável. Pincelei tanto o fundo como as laterais da massa com clara de ovo. A clara impermeabiliza a massa, impedindo que o recheio a amoleça  fazendo com que perca a crocância.

Recheio
Enquanto a massa descansava na geladeira preparei o recheio. Descasquei e ralei (fino) as batatas cruas. As cebolas fatiei (no fatiador de legumes) finamente e depois as cortei pela metade. Em uma panela, derreti a manteiga e refoguei as cebolas e as batatas até ficar bem molinho, quase um purê (pinguei um pouquinho de água de vez em quando para não grudar na panela). 
Depois que atingiu o ponto desejado, polvilhei a farinha de trigo sobre a mistura e mexi mais um pouco, dando tempo para o cozimento da farinha (uns 3 minutos), sempre em fogo bem baixo.
Retirei do fogo e esperei que esfriasse (temperatura ambiente). Juntei os ovos levemente batidos, a metade do queijo muçarela e o creme de leite (fresco). Temperei com sal, com um pouco de noz -moscada e pimenta do reino (usei a branca).

Finalização
Normalmente pré-asso a massa por alguns minutos antes de colocar o recheio. Mas quando se trata de recheio como esse, eu o coloco sobre a massa crua. Recheio e massa assam juntos. Tem dado muito certo. 
Então coloquei o recheio sobre a massa, polvilhei com o restante do queijo muçarela  misturado ao queijo parmesão, ambos ralados grossos.
Levei ao forno pré-aquecido (180º) até que massa e recheio ficassem douradinhos.


domingo, 19 de março de 2017

Kibe de abóbora

Estou tentando reduzir o consumo de carne aqui no cafofo. Confesso que gostaria mesmo de abolir a carne de minha alimentação. Consigo ficar, perfeitamente bem, dias sem comer a danada. Mas tem hora que vem o cheirinho (principalmente da carne grelhada) que me atiça. 
Como disse Machado de Assis: "fomos criados à carne...". Como é difícil mudar um hábito, mesmo sabendo o quão este é injusto com os animais que criamos para nosso estômago!!!
Nos tempos atuais, temos diversas fontes proteínas, em uma gama enorme de alimentos que podem substituir a carne. Mas a praticidade, a falta de tempo e o hábito que a faz parecer tão saborosa ao nosso paladar dificultam a sua eliminação de nosso cardápio. Pelo menos reduzir um pouco seu consumo, para os sem força de vontade como eu, já é um progresso.
Então, hoje foi dia de kibe de abóbora, bebê!! E que delícia que foi....


Ingredientes

01 litro de água fria (para hidratar o trigo)
500 g de abóbora (usei a cabotiã) descascada e assada
2 xícaras (chá) de trigo para kibe
1 xícara (chá) de cebola micropicadinha
6 folhas (grandes) de hortelã picadinhas (mas pode ser a gosto)
pimenta-síria a gosto
sal a gosto
1 colher (sopa) de suco de limão
1 colher (sopa) de manteiga 
2 colheres (sopa) de azeite
azeite para finalizar

Como fiz

Primeiro coloquei o trigo para hidratar no litro de água por aproximadamente 40 minutos. 
Depois descasquei, retirei o miolo e sementes da abóbora, lavei, piquei em pedaços (não muito pequenos), polvilhei um pouco de sal e 01 colher (sopa) de azeite e levei ao forno para assar. Forno em 180ºC e a assadeira coberta com papel alumínio. Devemos lembrar que é para "assar" a abóbora e não "torrá-la" ou mesmo "dourá-la", certo?
Enquanto a abóbora assava preparei os temperos: piquei a cebola e a cebolinha. Espremi o suco de limão e untei (com um pouco de azeite) um refratário.
Quando a abóbora ficou macia, mas ainda firme, retirei do forno e a amassei (com a ajuda de um garfo mesmo) enquanto estava bem quente até virar um purê. Reservei até chegar à temperatura ambiente.
Escorri a água do trigo, apertando bem a peneira, para que não ficasse nenhum excesso de água. Juntei o trigo à abóbora (já fria), misturei bem. Acrescentei a cebola, o hortelã, a pimenta síria, o sal, a manteiga, a colher restante de azeite e por último o suco de limão. Misturei bem até que a mistura ficasse homogênea.
Coloquei a mistura no refratário, apertando bem, para que ficasse compacto e finalizei regando com um fio de azeite. 
Levei ao forno já pré aquecido (180ºC) por aproximadamente 30 minutos e retirei depois que formou uma crosta dourada sobre a superfície do kibe.

Fácil, leve, barato e acima de tudo: muito bom!!!

Observação: o kibe pode ser recheado e aceita diversas companhias. Fiz sem recheio dessa vez, pois gosto de kibe recheado com nozes, pinholes ou ricota mas não os tinha na despensa.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Batata doce gratinada com bacon

Batata-doce está na moda. Nossa velha, prosaica e popular batata doce ficou toda "in". Virou carboidrato do bem!!
Gostosura do bem, isso sim! Assada nas festas juninas, frita no nosso trivial, cozida apenas,no gnocchi, no purê...presente em tantas gostosuras para no fim transformar-se em praticamente uma comida "remédio"! Mas que bom que está sendo reinventada, novas receitas surgem e quem gosta dessa batata vai aproveitando a moda. Que tal gratinada com pedacinhos de bacon?
O bacon, a manteiga, o creme de leite e o queijo parmesão entram só para - pelo menos uma vez - transformar esse carboidrato do bem em uma delícia calórica.Fazer o que, né?
A receita foi adaptada do suplemento Paladar, do jornal O Estado de São Paulo (Estadão).
À receita!

Ingredientes

3 batatas-doce (usei a branca) descascadas e cortadas em fatias de espessura média
1 xícara (chá) de bacon magro cortado em cubos médios
1/2 colher (sopa) de azeite
1/2 xícara (chá) de cebola micropicadinha
2 colheres (sopa) de manteiga (melhor sem sal)
1 1/2  colher (sopa) de farinha de trigo
1 1/2 xícara (chá) de leite
1/2 xícara (chá) de creme de leite fresco
1 pitada de noz-moscada ralada na hora
3/4 xícara (chá) de queijo parmesão ralado grosso
sal e pimenta-do-reino a gosto

Como fiz

Primeiro cozinhei as fatias da batata-doce em água e sal, até que ficassem macias mas firmes (não pode desmontar, viu?). Escorri e reservei.
Fritei os cubos de bacon no azeite, até que ficassem bem sequinhos. Depois escorri o excesso de gordura e também reservei.
Próximo passo foi fazer o molho branco: derreti a manteiga levemente e acrescentei a farinha de trigo, mexendo sempre com o auxílio de uma espátula de silicone. Depois da manteiga ficar bem dourada juntei o leite e mexi até que engrossasse (desta vez usei um fouet que ajuda a não empelotar). Coloquei o sal e deixei alguns minutos no fogo (até começar a soltar levemente do fundo da panela). Retirei do fogo e juntei a pimenta, o creme de leite e a noz moscada, incorporando bem na mistura.
Em um refratário coloquei uma camada de batatas, uma de molho e distribuí o bacon sobre ele. Depois mais uma camada de batatas,  outra de molho e finalmente o queijo ralado. Levei ao forno (pré aquecido 180º C) até que borbulhasse e o queijo ficasse bem dourado (gratinado).
É tão gostoso que dá para apreciar só com uma saladinha cheia de verdes e frescor.


domingo, 30 de outubro de 2016

Risoto de abóbora com chips de mandioquinha


Aproveitando os últimos dias frios (que pena!) resolvi fazer um risoto. Escolhi fazer de abóbora, porque tinha uma abóbora menina madurinha dando sopa. O caldo de legumes foi caseirinho e faz toda a diferença. Os chips de mandioquinha entrou com a crocância e claro...conferiram mais sabor à delicinha.
À receita!

Ingredientes

Caldo de Legumes
1 cenoura
1 cebola grande
3 cravos
4 grão de pimenta preta
2 ramos de tomilho
1 ramo de alecrim (opcional)
4 ramos de salsinha (com o talo)
1 folha de louro
1 colher (chá) de sal grosso
1 pedaço (mais ou menos 5 cm) de alho poró

Risoto
1 xícara (chá) de arroz arbóreo 
2 colheres (sopa) de manteiga
1 e 1/2 xícara (chá) de cebola picadinha
1 xícara (chá) de vinho branco seco
1 e 1/2 xícara (chá) de abóbora menina madura previamente refogada
1 colher (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de cebola picadinha
1 colher (sopa) de manteiga (para finalizar)
sal (se necessário)
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado grosso
salsinha picadinha (opcional)

Chips de mandioquinha
2 mandioquinhas grandes
sal a gosto 
óleo (milho) suficiente para a fritura

Como fiz

Caldo de legumes
Espetei os cravos na cebola inteira e descascada. Lavei bem a cenoura (não retire a pele) e cortei em 3 pedaços. Lavei os demais ingredientes (ervas e alho poró). Coloquei a água, o sal e demais ingredientes em uma panela de fundo grande e levei ao fogo algo. Assim que levantou fervera, reduzi o fogo e deixei cozinhar lentamente (aproximadamente 1 hora) até que o volume de água se reduzisse à 2 litros aproximadamente. Coei e reservei (mantendo sempre quente).

Risoto
Primeiro descasquei e cortei a abóbora em pequenos cubos,reservei. Refoguei as 2 colheres de cebola no azeite. Deixei dourar e adicionei a abóbora. Esperei que ficasse ficasse macia (coloquei um pouquinho da água do caldo, para que não queimasse). Não coloquei sal e deixei que a abóbora ficasse macia, porém firme. Reservei.
Feito isso, coloquei a manteiga e a 1 e 1/2 xícara (chá) de cebola em uma panela larga e de fundo grosso. Deixei que a cebola ficasse levemente dourada. Adicionei o arroz e deixei refogar bem (todos os grãos de arroz devem ficar bem envolvidos pela manteiga). Adicionei o vinho branco, incorporei e esperei que o mesmo evaporasse totalmente.
Só então fui colocando o caldo de legumes (já coado e sempre mantido quente) aos poucos, mexendo sempre. É importante que essa etapa seja cumprida: mexer sempre, adicionando o caldo de legumes aos poucos, impede que o arroz grude no fundo da panela e ajuda a liberar seu amido, que é importante para a cremosidade do risoto (nada de creme de leite para dar uma "ajudinha", hein?).
Quando o arroz atingiu o ponto quase ideal (macio, mas firme ainda) juntei a abóbora reservada. Coloquei um pouco mais do caldo e deixei alguns minutos no fogo (bem baixo). Importante que não fique seco, tem que ficar bem úmido. Finalmente coloquei a salsinha picadinha, o queijo ralado e a manteiga. Misturei delicadamente até que estes últimos ingredientes se incorporassem bem ao risoto e para que o queijo derretesse. Só então corrigi o sal (não foi necessário). Não podemos esquecer que o caldo já tinha sal e que o queijo parmesão é bem salgadinho.
Coloquei os chips de mandioquinha sobre o arroz e servi imediatamente.

Chips de mandioquinha
Descasquei as mandioquinhas (com a ajuda de um descascador de legumes), lavei e sequei bem. Passei em um fatiador no sentido d
o comprimento pois queria fatias longas. Polvilhei as fatias com sal e misturei bem. Fritei em óleo abundante até que ficassem bem douradas. Escorri e coloquei sobre papel toalha para retirar o excesso de gordura.


domingo, 16 de outubro de 2016

Torta de abobrinha


Adoro abobrinhas, aliás meus filhos também. Acho que minha preferência por esse legume é superior à minha paixão por espinafres. Na verdade, gosto de quase tudo que é verdinho, com poucas exceções,o que não gosto muito... ainda como. Não gosto de coentro (não consigo, já tentei, viu?) e de jiló. Esses de fato não tem como, não tem jeito. 
Mas certamente, a abobrinha ocupa posição de destaque nesse cafofo. Dessa vez a receita escolhida foi essa torta, que é rápida, simples de fazer mas com um resultado muito gostoso.
Ela não fica seca e nem "massuda", pelo contrário, a massa é bastante cremosa. A receita veio daqui:https://www.youtube.com, do canal Sabor de Vida.

À receita!!!

Ingredientes

3 ovos inteiros
1/2 copo (requeijão) óleo de milho
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
3 abobrinhas médias raladas (ralo grosso)
2 cenouras médias raladas (ralo grosso)
2 tomates maduros picados (sem pele e sem sementes)
1 cebola média ralada ou micropicadinha
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado (ralo grosso) - a receita pedia 3
2 colheres (sopa) de azeitonas verdes picadas
salsinha e cebolinha a gosto (picadinhas)
sal a gosto
óregano a gosto
1 colher rasa (sopa) de fermento químico em pó

Como fiz

Misturei os ovos com o auxílio de um fouet, Bati bem até espumar e dobrar de volume. Juntei o óleo, a cebola e os tomates, incorporei bem. Depois adicionei o orégano,o sal, as azeitonas picadas, a cenoura e 3 colheres do queijo ralado. 
Misturei a farinha de trigo aos poucos. .
Coloquei as abobrinhas e o cheiro verde picadinho, sempre mexendo. 
Finalmente coloquei o fermento e corrigi o sal. Lembremos que o queijo parmesão já é salgado, então muito cuidado nessa hora.
Despejei a mistura em uma forma untada, polvilhei o restante do queijo ralado e levei ao forno pré aquecido (180ºC) por aproximadamente 20 minutos, até que a superfície ficasse bem douradinha.





segunda-feira, 18 de julho de 2016

Sorrentinos de espinafre e queijo



Eu gosto muito de espinafre...mas tenho encontrado dificuldades para comprá-lo, pois é muito difícil sua oferta nos supermercados e feiras daqui. No entanto minha amiga Diletinha tem a preciosidade em seu quintal e pasme-se!...não gosta muito, não dá bola...que bom pois sobra mais para mim. Esse sorrentino foi recheado com os espinafres frescos, muito saudáveis e lindos que ganhei da amiguinha.
Vamos à receita?

Ingredientes

Massa

200 g de farinha de trigo peneirada
2 ovos (gemas peneiradas)
2 colheres (sopa) de óleo de milho
1 pitada de sal (opcional)

Recheio

1 e 1/2 xícara (chá) de espinafre já refogado
1/4 xícara (chá) de queijo cremoso (usei cream cheese)
1/4 xícara (chá) de queijo parmesão ralado 
2 colheres (sopa) de cebola micropicadinha
1 colher (sopa) de azeite
sal à gosto

Como fiz

Massa
Primeiro coloquei a farinha em um recipiente grande o suficiente para poder trabalhar a massa. Reservei. Em seguida misturei os ovos levemente e juntei aos mesmos o óleo e a pitada de sal. Misturei levemente.
Abri uma cova no centro da farinha e nela coloquei a mistura de ovos, óleo e sal. Fui puxando a farinha de fora para dentro, até que a mistura de ovos estivesse perfeitamente incorporada à farinha e formasse uma bola (pode ser que a massa fique um pouco dura demais para trabalhar, isso depende muito da qualidade da farinha e do tamanho dos ovos. Nesse caso acrescente um pouquinho de água, com muito cuidado, só até a massa ficar maleável). Transferi a massa para uma superfície polvilhada com farinha de trigo e sovei bem. Essa não é uma massa macia, é mais para dura mesmo. No entanto deve ficar bem lisa e soltando da superfície para estar no ponto.
Depois deixei a massa descansar por 40 minutos coberta com filme plástico (para não ressecar).

Recheio

Primeiro coloquei o espinafre (folhas inteiras) em uma panela  bem quente. Juntei 2 colheres (sopa) de água. Esperei o espinafre murchar completamente. Retirei do fogo e coloquei em uma peneira, apertando bem o espinafre contra ela, para retirar toda a água formada durante o cozimento (o recheio não pode ser muito molhado, pois amolece a massa). Piquei o espinafre bem  miúdo.
Depois refoguei a cebola no azeite, coloquei o espinafre e um tico de sal (lembremos que o parmesão é salgado). Deixei uns minutos no fogo, até que ficasse bem sequinho. Retirei do fogo e esperei chegar à temperatura ambiente quando incorporei o queijo parmesão (ralado na hora,tá? ...porque você não vai se desmilinguir toda fazendo massa caseira e depois colocar um queijo qualquer comprado já ralado, né?) e o cream cheese. Misturei bem e reservei.

Montagem

Abri bem a massa até ficar quase transparente (mas nem tanto que não suporte o recheio e nem o cozimento). Com a ajuda de um cortador abri círculos na massa, coloquei o recheio no centro e cobri com outro círculo. Fechei as bordas (uso passar um pouco de água nas bordas para facilitar o fechamento, tem quem prefira clara de ovo, você quem sabe.) e depois apertei-as bem com um garfo (usei um pequeno).

Finalização

Coloquei bastante água em um caldeirão grande e levei ao fogo alto, depois da água levantar fervura (deve estar no ponto máximo de ebulição) coloquei os sorrentinos, aos poucos. Esperei que subissem à tona, deixei cozinhar por aproximadamente dois minutos. Retirei-os com a ajuda de uma escumadeira e deixei em uma peneira para escorrer toda a água  (sempre vem um pouco, né?). 
Finalmente coloquei os sorrentinos no recipiente onde foram servidos, cobri-os com uma boa porção de molho de tomates (sugo) caseiro e finalmente cobri a massa com uma generosa camada de queijo parmesão raladinho na hora.

Achei essa receita deliciosa, a única demora  está em abrir a massa e formatar os sorrentinos. Mas como eles crescem bastante quando cozidos, também rendem bastante...o que é muito bom!









domingo, 4 de outubro de 2015

Quiabo refogado - para poucos e bons

Quiabo e jiló - poucos gostam. Eu não gosto do jiló, mas definitivamente amo quiabo. As pessoas, normalmente, associam o quiabo com a baba e o rejeitam. Existem aquelas que gostam do quiabo com baba. E existem aquela - grupo no qual me encaixo - que adoram o quiabo, mas sem baba.
Para meu paladar o quiabo é um dos legumes mais saborosos que existe. Com personalidade mas suave, textura deliciosa e perfeito acompanhamento para carnes. 
Mas...exige certos cuidados, desde o momento da compra até a sua execução.
Devemos escolher quiabos pequenos, lisos, sem manchas e se pudermos fazer o teste da pontinha: se ela quebrar facilmente o quiabo está no ponto mas se, ao contrário, dobrar-se e não partir..fuja..vai estar carregado na fibra ..fibra dura, quero dizer. 
Devemos, antes de prepará-lo, cortar suas pontas, lavá-los e secá-los com o auxílio de um papel toalha, deixar as pontas bem sequinhas. Só depois disso podemos começar a preparar a delicinha.

Ingredientes

1/2 kg de quiabos novos
1 colher (sopa) de azeite
1/4 xícara (chá) de bacon magro picadinho
2 dentes de alho picadinhos
1 xícara (chá) de cebola picadinha
1/2 xícara (chá) de tomate picado sem pele e sem sementes
algumas gotas de limão (usei duas)-ajuda a eliminar a baba
pimenta do reino a gosto (opcional)
sal a gosto
salsinha e cebolinha verde picadinhas

Como fiz

Primeiro preparei os quiabos conforme descrito acima. Reservei.
Em uma panela de fundo grosso, fritei o bacon no azeite. Depois juntei o alho e a cebola. Deixei que dourassem e acrescentei o tomate. Refoguei os ingredientes até que o tomate quase se dissolvesse para então juntar o quiabo e o limão. Incorporei bem e somei 1/4 de xícara (chá) de água quente e o sal. Tampei a panela e deixei cozinhar, em fogo baixo, até que o quiabo estivesse macio e a água evaporasse. Desliguei o fogo, polvilhei a pimenta do reino, corrigi o sal  e adicionei o tempero verde picado. Mexi delicadamente antes de servir.

domingo, 27 de setembro de 2015

Abobrinhas crocantes


Adoro abobrinhas, mas como já escrevi aqui: gosto de nossa abobrinha caipira, quando está bem novinha, a pele lisinha e muito verdinha. Temos tantas coisas nativas deliciosas...nem sempre acho que a troca por algo "de fora" é mais vantajosa. No caso dos tomates, por exemplo, acho que os italianos são muito superiores para molhos em geral. Menos ácidos, conferem um sabor único.
No caso das abobrinhas...deixo as italianas para lá (só as compro quando não encontro nossa abobrinha bem novinha)...
Dessa vez foi uma friturinha...tenho evitado, mas umas duas vezes por mês, não vai matar ninguém..eu acho..rsrsrs.
Ingredientes

2 abobrinhas pequenas ou 1 grande (importante ser bem nova e tenra)
sal a gosto
pimenta do reino a gosto (moída na hora)
ervas variadas (usei salsinha, cebolinha, tomilho e orégano)
farinha de trigo quanto baste para empanar a abobrinha
1 xícara (chá) de farinha de rosca 
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado grosso
2 ovos ligeiramente batidos com uma pitada de sal
óleo quanto baste para fritar

Como fiz

Fatiei as abobrinha tendo o cuidado de descartar as partes com sementes. Lavei-as e sequei-a com o auxílio de papel toalha culinário. Temperei-as com um pouco de sal, pimenta do reino e as ervas picadinhas. Reservei.
Em um recipiente misturei a farinha de rosca com o queijo parmesão ralado, em outro coloquei a farinha de trigo e em um terceiro coloquei os ovos ligeiramente batidos com uma pitada de sal.
Comecei escorrendo o líquido que se formou na abobrinha reservada (pode adicionar o sal só na hora de empanar, mas a "cabeçuda" aqui não teve esse cuidado), depois passei os pedaços pela farinha de trigo (dei uma batidinha para retirar o excesso de farinha), pelo ovo batido e finalmente pela mistura de farinha de rosca com o queijo ralado. Apertei bem para garantir uma cobertura o mais uniforme possível. Depois de todos os pedaços estarem empanados levei-os à geladeira por uns 30 minutos.
Passado esse tempo, aqueci o óleo- a quantidade deve ser suficiente para cobrir a abobrinha. Deve estar quente, mas não em excesso. O óleo muito quente vai dourar a abobrinha muito rápido e a parte interior não vai cozinhar. 
Deixei os pedaços ficarem bem dourados e finalmente coloquei-os em papel toalha para retirar o excesso de óleo.

  Ficou um dilícia!!!

Como diria o Troisgros: ficou muito crrocrrante!

Batata crocante (com bacon e parmesão)


Outro dia fiz uma carninha de panela e para acompanhar uma saladinha e essa batata. É tão fácil de fazer, fica com uma aparência tão bonita e o mais importante: é uma delícia!
Quando meu filho - famoso batateiro - vir para o cafofo...essa batata vai estar esperando por ele. 

Vamos à receita?
Ingredientes

2 batatas inglesas grandes (faço uma batata por pessoa,tá?)
sal a gosto
bacon em fatias finas
queijo parmesão em pedaço
1/2 xícara (chá)  de queijo parmesão ralado
azeite para regar
salsinha e cebolinha picadinhas

Como fiz

Primeiro cozinhei as batatas - com a casca - em água salgada. Cozinhei até que ficassem macias, mas ainda firmes. Retirei do cozimento e tirei a pele. Coloquei na geladeira até que ficassem quase geladas.
Enquanto isso cortei o bacon em fatias pequenas e também o queijo parmesão (pode ser outro queijo de sua preferência, se preferir um sabor final mais suave utilize o queijo minas frescal ou a muçarela). Também piquei o tempero verde e e untei um refratário com um fina camada de azeite.Reservei.
Retirei as batatas da geladeira e cuidadosamente abri cortes nas mesmas (conforme se vê nas fotos), tendo o cuidado de não chegar até o fim. Coloquei-as no refratário.
Depois coloquei em cada corte um pedaço de bacon e outro de parmesão. Tem que ter cuidado para não romper a batata, tá?
Finalmente polvilhei o queijo parmesão (ralado grosso e na hora) e reguei com um pouco de azeite. Levei ao forno pré-aquecido (200ºC) até que as batatas ficassem bem douradinhas. Retirei do forno e salpiquei o tempero verde picadinho.
Depois foi só servir e aproveitar!!!
Lindura da mamãe!!!


domingo, 30 de agosto de 2015

Bolinho de mandioquinha e espinafre


De vez em quando nossa alminha (pelo menos a minha) pede por uma gordice..atualmente evitamos frituras...talvez porque a gente sempre se sente culpada quando come algo que não seja: assado, sem glúten ou lactose (a dupla "marrdita" da vez), carne vermelha e etc. Mas deve vez em quando simplesmente nos queremos dar um presente, como algo bem calórico..rárárá. Já que comer virou algo assim: ou se peca ou não se peca.
Então vamos pecar dessa vez...friturinha! friturinha!
Juntei duas coisinhas que adoro: espinafre e mandioquinha ( batata baroa, batata fiúza ou batata salsa) e caprichei nesse bolinho. Hummm!!!

Ingredientes

1 xícara (chá) folhas de espinafre cortadas grosseiramente
1 e 1/2 xícara (chá) de purê mandioquinha  cozida em água e sal
1 colher (sopa) de manteiga
1/2 xícara (chá) de cebola micropicadinha
1 ovo inteiro
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado grosso
aproximadamente 02 colheres (sopa) de farinha de trigo
sal a gosto
pimenta do reino branca (opcional)
óleo quanto baste

Como fiz

Primeiro limpei o espinafre e dessa vez aproveitei só as folhas. Piquei grosseiramente e reservei. Antes disso cozinhei a mandioquinha em pequenos pedaços na água com um pouco de sal. Escorri e passei pelo espremedor de batatas ainda bem quente. Reservei o purê.
O próximo passo foi dourar a cebola na manteiga, apenas uma leve douradinha, e então juntei o espinafre reservado. Esperei que murchasse. Não deixei muito no fogo, dei apenas uma leve refogada para não formar água. Mesmo assim espremi o espinafre em uma peneira para retirar o excesso de água (o caldinho atrapalha o ponto do bolinho). Mas pode aproveitar o caldinho para cozinhar o arroz, se quiser. 
Misturei o espinafre com a mandioquinha e esperei a mistura ficar morninha. Foi quando acrescentei o ovo (ligeiramente batido), o parmesão, um tiquinho de pimenta do reino e a farinha de trigo (sempre aos poucos). Incorporei bem e corrigi o sal. Lembremos que a mandioquinha foi cozida em água salgada e o parmesão também é bem salgadinho. 
Depois aqueci o óleo (suficiente para cobrir os bolinhos) em uma frigideira. Deixei o óleo ficar bem quente mas não em excesso. Com o auxílio de uma colher moldei os bolinhos e fui fritando aos poucos (muitos bolinhos vão esfriar o óleo, demorando mais a fritura o que deixa os bolinhos encharcados). Assim que ficaram dourados, retirei da frigideira e os coloquei em papel toalha para retirar o excesso de óleo. Servi bem quentinhos!!!




domingo, 17 de maio de 2015

Bolinhos (croquetinhos) de espinafre

Aproveitei o espinafre que sobrou da massa massa verde (saudades!!!) e fiz esse bolinhos cremosos e gostosinhos. Detalhe: utilizei para empanar uma farinha tipo Panko que a Yoki lançou no mercado. Na minha avaliação é mais grossa que a Panko, então é bom dar uma quebradinha nela antes de utilizar. Por ser de textura mais grossa acredito que deixou mais crocante porém com o inconveniente de não ter uma cobertura tão eficiente quanto nossa simples e delicada farinha de rosca. Mas não sobrou nada do mesmo jeito. 
À receita

Ingredientes

Para o bolinho
2 xícaras (chá) de folhas de espinafre lavadas e picadas
1/2 xícara (chá) de cebola micropicadinha
1 colher (sopa) manteiga
1/2 colher (sopa) de azeite
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado grosso
noz moscada e sal a gosto
pimenta do reino a gosto (opcional)
1/2 xícara (chá) de leite
1/2 xícara (chá) de farinha de trigo peneirada
Para empanar
2 claras de ovos
uma pitada de sal
farinha de trigo e de rosca o suficiente para empanar os bolinhos
Finalização
Óleo (milho ou girassol) quanto baste para encobrir os bolinhos

Como fiz

Primeiro lavei as folhas do espinafres, piquei-as (não muito) e depois espremi bem em uma peneira fina (para retirar o excesso de umidade). Reservei.
Em uma panela (fundo grosso) coloquei a manteiga e o azeite (em fogo baixo) esperei a manteiga derreter e juntei a cebola. Deixei que dourasse e adicionei o espinafre, refoguei até que este murchasse.  
O próximo passo foi colocar o leite e a farinha de trigo mexendo sempre com a ajuda do fouet. Após encorpar - forma um creme bem espesso - coloquei o sal, a noz moscada e um pouquinho de pimenta do reino branca moída na hora. Deixei o fogo no mínimo e esperei cozinhar até que o creme se desprendesse do fundo da panela. Retirei do fogo e reservei até chegar à temperatura ambiente.
Depois do creme esfriar coloquei o queijo parmesão ralado e incorporei bem, cobri com um filme plástico e levei à geladeira por aproximadamente 30 minutos. Depois desse tempo da geladeira e com a mão untada com um pouco de azeite, formatei os bolinhos (utilizei uma colher de sopa como medida).
Depois dos bolinhos formatados empanei-os: passando primeiro na farinha de trigo (levemente), pelas claras ligeiramente misturas com o sal e finalmente para farinha tipo Panko (mas pode usar a farinha de rosca, viu?).
Cobri os bolinhos com filme plástico e deixei mais uns 20 minutos na geladeira.
Aqueci o óleo de forma que ficasse bem quente, mas não demais, é importante observar esse detalhe, pois os bolinhos não podem dourar imediatamente,pois é necessário tempo para que o calor atinja o interior do bolinho fazendo com que o queijo parmesão derreta. 
Depois de dourados,retirei-os com uma escumadeira, esperei escorrer o excesso de óleo e coloquei em papel toalha para que ficassem mais sequinhos.
Foram devidamente devorados na companhia de uma cerveja bem geladinha!!! Que coisa ruim!!!

domingo, 29 de março de 2015

Massa de espinafre com molho de cebolas, nata e amêndoas



Acho muito complicado ter que pensar no que fazer para as refeições diárias  mas já passei dessa fase (filhos crescidos, morando longe, visitas ocasionais e o trabalho que não cede tempo). Mas gosto muito de cozinhar em dias amenos, para quem eu gosto e sobretudo trabalhando em uma preparação que não é frequente ou está em fase de "experimentação". Sempre que posso faço massa caseira,acho fácil, acho relaxante, acho o resultado delicioso e gosto sobretudo das etapas (desde que entre conversas, risos e tudo o mais).
Dessa vez arrisquei no pappardelle de espinafre, até poque gosto de massas largas, amo espinafre e também -vamos ser sinceros -por ser mais rápida a finalização. Pois é, penso em comprar a maquininha de macarrão, mas sempre deixo para depois. Desse ano não passa!
Quanto ao molho bem...eu simplesmente adorei. Cebolas super douradas na manteiga, com nata (creme de leite fresco) e lâminas de amêndoas. Esse molho vai merecer repeteco no cafofo!!!
À receita

Ingredientes

Massa
2 ovos inteiros (peneirei as gemas)
1 xícara chá de espinafre passado no azeite
1 colher (sobremesa) azeite
sal a gosto (aproximadamente 01 colher de chá)
aproximadamente  400 g de farinha de trigo (peneirada)

Molho
2 cebolas (médias) cortadas em meia lua
1 colher (sopa) manteiga
1 colher (sobremesa) de azeite
noz moscada à gosto
sal a gosto
pimenta do reino branca a gosto (opcional)
300 g de creme de leite fresco
aproximadamente 1/3 de xícara (chá) de amêndoas laminadas e tostadas  




Como fiz

Massa
Primeiro limpei,lavei e escorri bem o espinafre. Aproveitei talos e folhas. Em seguida, aqueci o azeite e nele refoguei o espinafre até que murchasse, retirei do fogo e reservei que o espinafre atingisse a temperatura ambiente.
No copo do liquidificador coloquei os ovos (usei ovos grandes) e o sal. Bati um pouco e depois juntei o espinafre reservado. Bati bem até que o vegetal ficasse bem triturado.
Em um recipiente grande coloquei 3 xícaras (chá) de farinha de trigo peneirada. Fiz uma cova (buraco) no meio e nela despejei a mistura do liquidificador. Fui incorporando essa mistura à farinha aos poucos, de dentro para fora, até dar o ponto. Ou seja: quando está macia, mas não aderindo nem nas mãos nem no fundo do recipiente. Deve ficar uma massa bem homogênea, firme e macia ao mesmo tempo.
A quantidade de farinha é aproximada, pois o ponto vai depender do tamanho dos ovos e da qualidade da farinha. Eu tive que ir polvilhando mais farinha,sempre aos poucos, mas foi um pouquinho só além das 3 xícaras.
Feito isso levei a massa, embalada em filme plástico, para o geladeira, por uns 40 minutos.
Depois desse tempo, separei a massa em 3 partes e estendi cada porção com a ajuda de um rolo (antiguinho mesmo, tá?) sobre uma superfície polvilhada com farinha de trigo. Fiz essa operação algumas vezes até que a massa ficasse na espessura desejada.
Eu queria uma massa mais rústica e por isso não deixei muito fina. Depois de "esticada" cada porção foi enrolada como um rocambole. Polvilhei bem farinha de trigo sobre toda a superfície da massa, para que esta não grudasse na hora de desenrolar.
Feito isso,cortei cada "rocambole" em pedaços de aproximadamente 1 cm (usei o dedo indicador como "marcador"..rsrsrs). Cortei e desenrolei como se vê nas fotos. Deixei as "tiras" de massa descansando sobre uma superfície esfarinhada. Coloquei uma panela grande com bastante água e um pouco de sal e levei ao fogo.
Observação: a medida de espinafre é 01 xícara  (chá) de espinafre já refogado.
Enquanto esperava a água levantar fervura preparei o molho.

Molho

Coloquei o azeite e a manteiga em uma panela de fundo grosso,fogo baixo, e esperei a manteira derreter e dourar levemente. Depois juntei as cebolas (cortadas em meia lua e na espessura média). Sempre mexendo até que as cebolas atingissem uma bela cor dourada escura (quase caramelizada). 
Juntei o creme de leite, a noz moscada (pouca e moída na hora), sal e um tico de pimenta do reino branca. Esperei levantar fervura, deixei mais alguns minutos, sempre em fogo baixo, até o creme de leite ficar um pouco mais espesso. Desliguei o fogo e reservei.

Finalização 

Coloquei a massa na água fervente (bem fervente mesmo, hein?) e esperei que subisse à tona, deixei mais alguns poucos minutos (tem que ficar ao dente), escorri e coloquei em um refratário. Aqueci o molho, despejei-o sobre a massa e sobre ele as lâminas tostadas de amêndoas.
Devo dizer que foi uma das melhores massas que essa "modesta" cozinheira já fez!!!
Como diz a moçada por aí: super recomendo!


Ficou uma lindura!!!